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Portal Clínico Digital

Clínica Médica

Calculadoras e scores clínicos de Cardiologia, Nefrologia, Pneumologia, UTI/Sepse, Gastroenterologia, Neurologia, Reumatologia, Endocrinologia e Avaliação de Dor — uso exclusivo do médico.

Scores Validados

Cardiologia

Estratificação de risco coronariano, valvular e tromboembólico — da sala de emergência ao ambulatório.

SCA / IAM
3 disponíveis

HEART Score

Estratificação de risco em dor torácica — 5 variáveis

 Adultos · Emergência

Score de triagem para dor torácica na emergência (Six et al., 2010). Avalia História, ECG, Idade, Fatores de risco e Troponina. Score 0–10; estratifica em baixo, moderado e alto risco de MACE em 6 semanas.

TIMI Risk Score (IAMSST)

Risco de eventos isquêmicos em 14 dias — 7 variáveis

 Adultos · UTI/Hemodinâmica

Estratificação de risco no IAM sem supradesnível do ST (Antman et al., 2000). Sete preditores clínicos; score 0–7. Orienta decisão de revascularização precoce vs. conservadora.

GRACE Score

Mortalidade hospitalar e em 6 meses em SCA — 8 variáveis

 Adultos · UTI/Hemodinâmica

Score prognóstico para SCA (Fox et al., 2006). Usa FC, PAS, Killip, creatinina, idade, enzimas, parada cardíaca e desvio de ST. Estima mortalidade intra-hospitalar e em 6 meses.

Insuficiência Cardíaca
2 disponíveis

Killip-Kimball

Classificação clínica da IC aguda — 4 classes

 Adultos · IAM / IC aguda

Classificação clínica da insuficiência cardíaca no contexto do IAM (Killip & Kimball, 1967). Classes I–IV com mortalidade hospitalar crescente. Fundamental para triagem e decisão terapêutica.

NYHA

Classificação funcional da IC crónica — 4 classes

 Adultos · IC crónica

Classificação funcional da New York Heart Association (1964). Classes I–IV baseadas na limitação aos esforços. Padrão universal para estadiamento da IC crónica e seleção terapêutica.

Fibrilação Atrial / Anticoagulação
2 disponíveis

CHA₂DS₂-VASc

Risco de AVC na fibrilação atrial — 8 fatores

 Adultos · FA

Escore para indicação de anticoagulação na FA não valvular (Lip et al., 2010). Avalia 8 fatores de risco; pontuação 0–9. Score ≥2 (homens) / ≥3 (mulheres) indica anticoagulação.

HAS-BLED

Risco de sangramento em anticoagulados — 9 fatores

 Adultos · FA / Anticoagulação

Score de risco hemorrágico em pacientes com FA em anticoagulação (Pisters et al., 2010). Não contraindica anticoagulação — identifica fatores modificáveis. Score ≥3 = alto risco de sangramento major.

Risco Cardiovascular Global
2 disponíveis

Escore de Framingham

Risco cardiovascular em 10 anos — Wilson 1998

 Adultos · Prevenção primária

Modelo clássico de predição de risco cardiovascular em 10 anos (Wilson et al., 1998). Avalia idade, colesterol total e HDL, tabagismo, PA e tratamento anti-hipertensivo. Estratifica em baixo, intermediário e alto risco.

EuroSCORE II

Mortalidade em cirurgia cardíaca — modelo logístico

 Adultos · Cirurgia cardíaca

Modelo europeu de predição de mortalidade em 30 dias para cirurgia cardíaca (Nashef et al., 2012). Substitui o EuroSCORE logístico. Calcula probabilidade por regressão logística com 18 variáveis.

Scores Validados

Nefrologia

Estimativa de filtração glomerular e estadiamento de lesão renal aguda segundo critérios internacionais.

CKD-EPI 2021

Taxa de Filtração Glomerular estimada — equação 2021

 Adultos · DRC

Equação CKD-EPI revisada em 2021 sem variável raça (Inker et al., 2021). Estima TFG a partir de creatinina sérica, idade e sexo. Estadiamento em G1–G5 segundo KDIGO 2012.

KDIGO — LRA

Estadiamento da Lesão Renal Aguda — critérios KDIGO 2012

 Adultos · UTI / Hospital

Estadiamento da LRA pelos critérios KDIGO 2012. Avalia variação de creatinina sérica (absoluta e relativa) e débito urinário. Estadios 1–3 com implicações terapêuticas distintas.

RIFLE

Classificação de lesão renal aguda — 5 categorias

 Adultos · UTI / Hospital

Critério ADQI para LRA (Bellomo et al., 2004). Categorias Risk, Injury, Failure, Loss e End-stage renal disease baseadas em creatinina sérica e débito urinário. Precede os critérios KDIGO.

Scores Validados

Pneumologia

Classificação de gravidade em pneumonia, estadiamento de DPOC, avaliação de dispneia e investigação de tromboembolismo.

Pneumonia Adquirida na Comunidade
2 disponíveis

CURB-65

Gravidade de PAC — 5 critérios clínicos

 Adultos · PAC

Score de gravidade da pneumonia adquirida na comunidade (Lim et al., 2003). Avalia Confusão, Ureia, FR, PA e Idade ≥65 anos. Orienta decisão de internação vs. tratamento ambulatorial.

PSI / PORT

Pneumonia Severity Index — Classes I–V (Fine 1997)

 Adultos · PAC

Índice de severidade da pneumonia (Fine et al., 1997). Calculadora completa com detecção automática de Classe I. Avalia 20 variáveis demográficas, comorbidades, exame físico e laboratoriais. Classes I–V com mortalidade estimada.

DPOC
2 disponíveis

Classificação GOLD DPOC

Grupos A/B/C/D + graus espirométricos 1–4 (GOLD 2023)

 Adultos · DPOC

Classificação combinada da DPOC segundo GOLD 2023. Integra VEF1% (grau espirométrico 1–4), sintomas (CAT e/ou mMRC) e histórico de exacerbações para definir grupo A–D e orientar tratamento farmacológico.

Escala mMRC

Modified Medical Research Council — dispneia 0–4

 Adultos · DPOC / Dispneia

Escala de dispneia mMRC (Fletcher et al., 1959; revisada pelo MRC). Graus 0–4 de limitação funcional pela dispneia. Componente da classificação GOLD e do Índice BODE para DPOC.

Tromboembolismo Pulmonar
2 disponíveis

Wells para TEP

Probabilidade pré-teste de TEP — 7 critérios

 Adultos · TEP

Escore de probabilidade pré-teste de TEP (Wells et al., 2000). Avalia 7 critérios clínicos com pontuação fracionária. Versão dicotômica (improvável vs. provável) e tripartida (baixa/intermediária/alta). Orienta uso do D-dímero e TC.

Critérios PERC

Pulmonary Embolism Rule-out Criteria — 8 critérios

 Adultos · TEP / Baixa pré-teste

Regra de exclusão do TEP sem necessidade de D-dímero (Kline et al., 2004). Aplica-se apenas quando probabilidade pré-teste é baixa. PERC negativo (0 critérios) exclui TEP com sensibilidade de 97,4%.

Scores Validados

UTI / Sepse

Triagem de sepse, estadiamento de disfunção orgânica e predição de mortalidade em pacientes críticos.

qSOFA

Quick SOFA — triagem de sepse — 3 critérios

 Adultos · UTI / Emergência

Score de triagem rápida para sepse fora da UTI (Singer et al., 2016; Sepsis-3). Avalia PAS ≤100 mmHg, FR ≥22 irpm e alteração do nível de consciência. qSOFA ≥2 = alta suspeição de sepse.

SOFA

Sequential Organ Failure Assessment — 6 sistemas

 Adultos · UTI

Score de disfunção orgânica sequencial (Vincent et al., 1996). Avalia 6 sistemas (respiratório, coagulação, hepático, cardiovascular, SNC e renal). Aumento ≥2 pts em contexto infeccioso = critério de sepse (Sepsis-3).

MEWS

Modified Early Warning Score — 5 parâmetros

 Adultos · Enfermaria / Emergência

Score de alerta precoce modificado (Subbe et al., 2001). Avalia PAS, FC, FR, temperatura e AVPU. MEWS ≥5 indica deterioração clínica grave e necessidade de intervenção imediata.

APACHE II

Mortalidade em UTI — 12 variáveis fisiológicas

 Adultos · UTI

Score clássico de predição de mortalidade em UTI (Knaus et al., 1985). Avalia 12 variáveis fisiológicas nas primeiras 24h + idade + doença crônica grave. Score 0–71 com equação logística para mortalidade estimada.

SAPS 3

Simplified Acute Physiology Score — admissão UTI

 Adultos · UTI

Score de prognóstico na admissão à UTI (Moreno et al., 2005). Três boxes: contexto pré-admissão, doença crónica e desvios fisiológicos. Logit = −64,45 + score × 0,7328. Estimativa de mortalidade hospitalar.

Scores Validados

Gastroenterologia

Avaliação funcional hepática e estadiamento de cirrose — instrumentos fundamentais para seguimento e prognóstico.

Doença Hepática
2 disponíveis

Child-Pugh

Função hepática e prognóstico em cirrose — 5 parâmetros

 Adultos · Cirrose

Score clássico de avaliação funcional hepática em cirrose (Child & Turcotte 1964, Pugh 1973). Avalia bilirrubina, albumina, TP, ascite e encefalopatia. Classes A, B e C com sobrevida e mortalidade cirúrgica estimadas.

MELD / MELD-Na

Mortalidade em doenças hepáticas — modelo logístico

 Adultos · Cirrose / Transplante

Model for End-Stage Liver Disease (Kamath et al., 2001). Calcula mortalidade em 90 dias por regressão logística com creatinina, bilirrubina e INR. MELD-Na incorpora sódio sérico. Base para lista de transplante hepático.

Pancreatite Aguda
1 disponível

Critérios de Ranson

Gravidade da pancreatite aguda — 11 critérios (admissão + 48h)

 Adultos · Gastroenterologia

Critérios prognósticos de Ranson para pancreatite aguda (Ranson et al., 1974). Avalia 5 parâmetros na admissão e 6 nas primeiras 48h. Score ≥3 indica pancreatite grave com mortalidade significativa.

Hemorragia Digestiva Alta
2 disponíveis

Glasgow-Blatchford (GBS)

Risco de intervenção em HDA — 8 variáveis clínico-laboratoriais

 Adultos · HDA / Emergência

Score pré-endoscópico para HDA não varicosa (Blatchford et al., 2000). Prediz necessidade de intervenção terapêutica. GBS=0 permite alta segura sem endoscopia urgente; GBS≥12 associa-se a mortalidade >25%.

Rockall Score

Ressangramento e mortalidade em HDA pós-endoscopia — 5 variáveis

 Adultos · HDA / Endoscopia

Score pós-endoscópico de risco em hemorragia digestiva alta (Rockall et al., 1996). Avalia idade, choque, comorbidade, diagnóstico e achado endoscópico. Score 0–11; prediz ressangramento e mortalidade intra-hospitalar.

Scores Validados

Neurologia

Avaliação de déficit neurológico em AVC, incapacidade funcional e coma — ferramentas essenciais na neurologia clínica e urgências.

AVC / Déficit Neurológico Agudo
3 disponíveis

NIHSS

NIH Stroke Scale — déficit neurológico em AVC — 11 itens

 Adultos · AVC agudo

Escala neurológica do NIH para quantificação do déficit no AVC agudo (Brott et al., 1989). Score 0–42; avalia consciência, linguagem, motricidade, sensibilidade e coordenação. Orienta indicação de trombólise e trombectomia.

Rankin Modificada (mRS)

Incapacidade funcional pós-AVC — 6 graus

 Adultos · AVC / Neuro

Escala de Rankin modificada (van Swieten et al., 1988). Escores 0–6 de independência funcional pós-AVC. Endpoint primário em ensaios clínicos de AVC. Score ≤2 = resultado funcional favorável.

Escala de Coma de Glasgow

Nível de consciência — 3 domínios (ECG)

 Adultos · Urgências

Escala clássica de avaliação do nível de consciência (Teasdale & Jennett, 1974). Avalia abertura ocular, resposta verbal e resposta motora. Score 3–15; ECG ≤8 = coma — indicação de via aérea avançada.

AIT / Risco de AVC
1 disponível

ABCD²

Risco de AVC após AIT — 5 preditores clínicos (0–7)

 Adultos · AIT / AVC

Score de estratificação de risco de AVC nas 48h–7 dias após AIT (Johnston et al., 2007). Avalia Idade, pressão Arterial, Clínica, Duração e Diabetes. Score ≥4 indica alto risco — internação urgente indicada.

Scores Validados

Reumatologia

Critérios diagnósticos e scores de atividade de doença em artrite reumatoide, lúpus e espondiloartropatias.

DAS28

Disease Activity Score 28 — atividade da AR

 Adultos · Artrite Reumatoide

Score composto de atividade da artrite reumatoide (Prevoo et al., 1995). Avalia 28 articulações (dolorosas e tumefatas), VHS ou PCR e avaliação global do paciente. Orienta alvo terapêutico (remissão DAS28 <2,6).

SLEDAI-2K

Atividade do Lúpus Eritematoso Sistêmico — 24 itens

 Adultos · LES

Systemic Lupus Erythematosus Disease Activity Index 2000 (Gladman et al., 2002). Avalia 24 manifestações clínicas e laboratoriais nas últimas 10 dias. Score total orienta intensificação terapêutica.

BASDAI

Bath Ankylosing Spondylitis Activity Index — 6 questões

 Adultos · Espondiloartropatias

Índice de atividade de doença em espondilite anquilosante (Garrett et al., 1994). Avalia 6 questões sobre fadiga, dor, rigidez e articulações periféricas. BASDAI ≥4 indica doença ativa; orienta indicação de biológico.

Scores Validados

Endocrinologia

Avaliação de resistência insulínica, risco metabólico e monitoramento do controle glicêmico.

HOMA-IR

Resistência insulínica — Homeostatic Model Assessment

 Adultos · DM2 / Síndrome Metabólica

Modelo de avaliação homeostática de resistência insulínica (Matthews et al., 1985). Calcula HOMA-IR = (glicemia jejum × insulina) / 405. HOMA-IR >2,7 sugere resistência insulínica em adultos brasileiros.

Escore de Risco FINDRISC

Risco de DM2 em 10 anos — 8 variáveis

 Adultos · Prevenção DM2

Finnish Diabetes Risk Score (Lindstrom & Tuomilehto, 2003). Avalia 8 fatores de risco para desenvolvimento de DM2 em 10 anos. Instrumento de triagem validado para uso comunitário e ambulatorial.

Scores Validados

Funcionalidade e Oncologia

Avaliação de performance status em oncologia e estadiamento nutricional em pacientes críticos e cirúrgicos.

Performance Status em Oncologia
2 disponíveis

ECOG Performance Status

Estado funcional em oncologia — 5 graus (0–4)

 Adultos · Oncologia

Eastern Cooperative Oncology Group Performance Status (Oken et al., 1982). Graus 0–4 de capacidade funcional em pacientes oncológicos. Determinante de elegibilidade para quimioterapia e ensaios clínicos.

Escala de Karnofsky (KPS)

Performance status em oncologia — 0–100%

 Adultos · Oncologia / Cuidados Paliativos

Karnofsky Performance Scale (Karnofsky & Burchenal, 1949). Escala de 0–100% de capacidade funcional em pacientes oncológicos. KPS ≥80 = elegibilidade para tratamento ativo; KPS <40 = cuidados paliativos preferenciais.

Avaliação Nutricional
2 disponíveis

NRS-2002

Rastreio Nutricional em internação — 4 questões

 Adultos · Hospital

Nutritional Risk Screening 2002 (Kondrup et al., 2002). Ferramenta recomendada pela ESPEN para triagem de risco nutricional em pacientes hospitalizados. Score ≥3 indica risco nutricional e necessidade de intervenção.

MNA-SF

Mini Nutritional Assessment Short Form — 6 questões

 Idosos · Ambulatório / Hospital

Versão abreviada do MNA (Rubenstein et al., 2001). Triagem nutricional validada para idosos em ambientes clínicos e comunitários. Score 0–14; ≤11 = risco de desnutrição. Recomendada pela ESPEN para idosos.

Scores Validados

Avaliação Geriátrica

Avaliação funcional de idosos — atividades de vida diária, independência funcional e risco de fratura osteoporótica.

Índice de Barthel

Atividades Básicas de Vida Diária — 10 itens (0–100)

 Adultos / Idosos · Reabilitação

Barthel Index (Mahoney & Barthel, 1965). Avalia independência em 10 ABVD. Score 0–100; 100 = independente; <20 = dependência total. Padrão para avaliação funcional pós-AVC, reabilitação e cuidados de longa duração.

Escala de Lawton-Brody

Atividades Instrumentais de Vida Diária — 8 itens (0–8)

 Adultos / Idosos · Ambulatório

Lawton-Brody IADL Scale (Lawton & Brody, 1969). Avalia independência em 8 AIVD (telefone, compras, finanças etc.). Score 0–8; <5 indica comprometimento funcional. Complementar ao Barthel para avaliação geriátrica integral.

FRAX — Triagem Clínica

Risco de fratura osteoporótica a 10 anos — sem DXA

 Adultos ≥40 anos · Osteoporose

FRAX Clinical Tool (Kanis et al., 2008 — OMS). Triagem clínica simplificada sem densitometria para risco de fratura osteoporótica maior e de quadril a 10 anos. Baseada em 11 fatores clínicos.

Scores Validados

Avaliação de Dor

Quantificação da intensidade álgica e rastreio de dor neuropática — avaliação estruturada para otimizar analgesia.

Escalas Unidimensionais
4 disponíveis

EVA / NRS

Escala Visual Analógica e Numérica de Dor — 0–10

 Adultos · Dor aguda e crónica

Escala unidimensional de intensidade álgica (Huskisson, 1974). EVA (visual) e NRS (numérica 0–10) — instrumentos de triagem rápida. Classificação: leve 1–3, moderada 4–6, intensa 7–10. Avaliação com registro evolutivo.

DN4

Douleur Neuropathique en 4 Questions — 10 itens

 Adultos · Dor neuropática

Questionário de rastreio de dor neuropática (Bouhassira et al., 2005). Avalia 7 sintomas e 3 achados do exame físico. Score ≥4 sugere componente neuropático com sensibilidade de 83% e especificidade de 90%.

BPS / CPOT

Dor em pacientes não verbais / sedados na UTI

 Adultos · UTI / Sedação

Behavioral Pain Scale (Payen et al., 2001) e Critical-Care Pain Observation Tool (Gelinas et al., 2006). Avaliação comportamental da dor em pacientes sedados na UTI — expressão facial, movimentos e adaptação ao ventilador.

Escala de Faces Wong-Baker

Dor por faces — 6 opções (0–10)

 Crianças ≥3 anos e adultos · Dor aguda

Wong-Baker FACES Pain Rating Scale (Wong & Baker, 1988). Escala visual de 6 faces para avaliação de dor em crianças a partir de 3 anos e adultos com dificuldade de comunicação verbal. Score 0–10 em incrementos de 2.

Avaliação Multidimensional da Dor
1 disponível

BPI — Inventário Breve de Dor

Intensidade e interferência — 11 itens (0–10)

 Adultos · Dor crônica / oncológica

Brief Pain Inventory (Cleeland & Ryan, 1994). Avalia intensidade da dor (4 itens) e interferência nas atividades (7 itens), ambos em escala 0–10. Validado para dor oncológica e crônica; recomendado pelo INCA.

Aviso importante: As ferramentas disponibilizadas neste portal têm caráter exclusivamente auxiliar e não substituem o julgamento clínico nem a avaliação individualizada do paciente. Scores e calculadoras são instrumentos de apoio à decisão — a interpretação dos resultados deve sempre ser realizada por médico. Acesso restrito ao Dr. Petrus Silva Costa (CRM-PE 16844).